Em março de 2026, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) lançou a primeira norma técnica setorial do Programa Selo Verde Brasil, voltada para polímeros de eteno de fonte renovável, base para a fabricação de sacolas, filmes e outros produtos que substituem o plástico convencional. Em junho de 2026, o programa iniciou a etapa de capacitação de empresas em parceria com o Senai, com um curso de 208 horas focado em sustentabilidade, rastreabilidade e conformidade técnica.
Para a indústria de embalagens, esse avanço regulatório chega em um momento em que a certificação sustentável já deixou de ser apenas um diferencial de comunicação. Ela passou a ser um critério de avaliação de fornecedores, um requisito de acesso a mercados e um fator que interfere diretamente na decisão de compra, tanto do consumidor final quanto do comprador corporativo.
No post de hoje, vamos entender o que um selo verde realmente representa para uma marca, quais são os critérios que o tornam confiável e por que a certificação passou a ter peso comercial real na cadeia de embalagens.
O que um selo verde realmente comunica
Um selo de certificação sustentável não é apenas um elemento gráfico na embalagem. Segundo o Portal de Sustentabilidade da ABNT, o Rótulo Ecológico foi desenvolvido para garantir que o produto apresenta menor impacto ambiental comprovado em relação a similares sem certificação, por meio de critérios mensuráveis, auditáveis e abertos a consulta pública.
Para marcas que dependem da credibilidade ambiental como parte do seu posicionamento, essa distinção tem peso direto sobre a percepção do consumidor e sobre as exigências que chegam de parceiros comerciais e investidores.
O problema é que o mercado acumulou nos últimos anos um volume expressivo de alegações vagas e selos sem respaldo, prática conhecida como greenwashing, que consiste em comunicar atributos ambientais sem o respaldo técnico que os sustente.
Esse cenário criou um consumidor cético e um comprador corporativo cada vez mais exigente, que passou a filtrar fornecedores pela capacidade de comprovar o que afirmam, e não apenas de comunicá-lo.
Por que a certificação virou critério de seleção de fornecedores
A crise global da poluição plástica colocou a embalagem no centro das exigências ambientais da cadeia produtiva, e as certificações entraram como o mecanismo mais objetivo de separar soluções reais de posicionamentos de marketing.
Para quem compra embalagens em escala, um fornecedor com certificação reconhecida reduz o risco de escolha errada. A certificação transfere a responsabilidade da avaliação técnica para um organismo independente com critérios auditáveis, protegendo o comprador de alegações que não resistem à verificação posterior e que podem comprometer o posicionamento ambiental da própria marca diante do consumidor final e de investidores.
Esse movimento explica, em parte, por que marcas que já avançaram nesse caminho, (como demonstra a parceria de mais de 21 anos entre a RES Brasil e o Pão de Açúcar), constroem relações comerciais mais sólidas e duradouras.
Quando a informação técnica sobre o material é acessível e verificável, como demonstrou o QR Code com mais de 5 mil acessos registrados nas sacolas com tecnologia d2w™, a transparência vira ferramenta de negócio, não apenas de comunicação.
O compromisso da RES Brasil com a indústria que pensa no futuro
Com o Programa Selo Verde já em fase de execução técnica e as certificações passando a integrar critérios de compras públicas e seleção de fornecedores, ter comprovação sobre o comportamento ambiental do material deixou de ser uma vantagem isolada e passou a ser condição de entrada.
É nesse ponto que a RES Brasil atua. Tecnologias como o d2w™, respaldado pelas evidências científicas do estudo francês ANR, a d2c™ Tecnologia Compostável e o Plástico Hidrossolúvel partem de validação científica e alinhamento regulatório, entregando à cadeia produtiva exatamente o que o mercado passou a exigir: comprovação concreta, não promessa ambiental.
Ao longo de mais de 25 anos de atuação, a RES Brasil investe em validação técnica, certificações internacionais e parcerias com instituições de pesquisa independentes, contribuindo para que a indústria avance com mais segurança e competitividade diante de um mercado que decide com base em evidências.
Quer entender como sua empresa pode fortalecer a credibilidade da marca com base em certificação e comprovação técnica? Entre em contato com a nossa equipe e descubra como nossas soluções podem fazer parte dessa resposta.
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