A indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis encerrou 2025 com faturamento bruto de R$ 40,1 bilhões, alta de 6,2% em valor, mas com retração de 0,5% no volume produzido e material reciclado estável em apenas 5% do total, segundo balanço da ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) divulgado em março de 2026. O próprio setor reconhece estar “distante de uma transição significativa para reciclados”, o que expõe uma lacuna que a pressão regulatória e de mercado está tornando cada vez mais difícil de ignorar.
Para a indústria que utiliza embalagens plásticas, a pergunta que mais aparece nas decisões de compra ainda é a mesma: é possível reduzir custos sem abrir mão do posicionamento ambiental? A resposta, cada vez mais, é sim, desde que a escolha do material parta de critérios técnicos, e não apenas de comunicação.
No post de hoje, vamos entender onde estão as principais oportunidades de redução de custo na embalagem e como a sustentabilidade pode ser parte dessa equação, e não um obstáculo a ela.
Onde o custo da embalagem pode ser reduzido sem perda de performance
A discussão sobre custo de embalagem costuma começar pelo preço da matéria-prima, mas raramente termina aí. Perdas no transporte, retrabalho por falha de vedação, descarte de materiais incompatíveis com os sistemas de coleta e exposição a riscos regulatórios são custos que não aparecem na nota fiscal, mas impactam diretamente a operação.
Segundo análise da McKinsey & Company, incorporar considerações de sustentabilidade nas decisões de embalagem pode ser uma estratégia lucrativa para varejistas e fabricantes, um dado que contraria a percepção de que sustentabilidade e redução de custo são objetivos conflitantes.
Na prática, materiais que mantêm suas propriedades ao longo do ciclo de uso, resistência, vedação, estabilidade dimensional, e que têm destino pós-uso definido, geram menos desperdício operacional e menos exposição a exigências regulatórias que podem se transformar em custos imprevistos.
O que uma boa escolha de material evita
Escolher um material de embalagem com base apenas no custo unitário ignora uma série de variáveis que afetam o custo total da operação. Um material que fragmenta durante o transporte gera reposição de produto e retrabalho. Um material que não tem destino pós-uso definido pode gerar passivo regulatório à medida que as exigências do Decreto nº 12.688/2025 avançam sobre a cadeia produtiva.
Por outro lado, materiais com comportamento ambiental comprovado reduzem o risco de questionamentos sobre greenwashing, protegem a reputação da marca e facilitam o acesso a mercados que já exigem rastreabilidade e certificação como critério de entrada. Esses benefícios têm valor econômico concreto, mesmo que não apareçam diretamente na planilha de custo por unidade.
Como tecnologia e sustentabilidade reduzem custos na prática
A eficiência começa na formulação. Tecnologias desenvolvidas para atuar de forma complementar aos sistemas convencionais de reciclagem, como a d2w™, a d2c™ Tecnologia Compostável e o Plástico Hidrossolúvel, mantêm as propriedades funcionais do material durante o uso e reduzem o impacto dos resíduos que escapam da coleta, sem exigir mudanças estruturais na linha de produção.
Essa compatibilidade com os processos industriais já existentes é um ponto relevante do ponto de vista econômico. Adotar uma solução sustentável que exige adaptação completa da linha tem um custo de implementação que nem sempre se justifica no curto prazo. Soluções que se integram ao processo produtivo atual, sem comprometer velocidade, resistência ou viabilidade logística, permitem avançar em sustentabilidade sem impacto imediato sobre a estrutura de custo.
O compromisso da RES Brasil com a indústria que pensa no futuro
Reduzir o custo de embalagem sem abrir mão da sustentabilidade não é uma questão de escolher entre dois objetivos. É uma questão de escolher o material certo, com base técnica, desde o início do projeto.
Ao longo de mais de 25 anos de atuação, a RES Brasil tem ajudado a indústria a tomar decisões mais seguras sobre os materiais que utiliza, com validação técnica, certificações internacionais e parcerias com instituições de pesquisa independentes. As soluções de Inteligência Plástica da empresa foram criadas para responder às demandas reais da cadeia produtiva, sem comprometer desempenho, viabilidade econômica ou responsabilidade ambiental.
Quer entender como sua empresa pode avançar em eficiência e sustentabilidade ao mesmo tempo? Entre em contato com a nossa equipe e descubra como nossas soluções podem fazer parte dessa equação.
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