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Perguntas e Respostas

A Symphony Environmental, fundada em 1995, é uma empresa inglesa líder mundial em tecnologia de plásticos biodegradáveis com a marca d2w™, com presença global através de distribuidores. Empresa de capital aberto, foi eleita ESG do ano em 2021 e possui o selo de Economia Verde da Bolsa de Valores de Londres, reconhecida por suas ações em prol da saúde e do meio ambiente. Symphony é empresa certificada ISO 9001 e ISO 14001. As respostas consideram normas internacionais e resultados de ensaios normalizados. Valores podem variar conforme condições de aplicação e ambiente.

Plásticos com a marca registrada d2w™, programados para biodegradar sem deixar microplásticos persistentes em condições de ensaio e limites analíticos, são amplamente utilizados em embalagens de marcas mundialmente reconhecidas. A RES Brasil Ltda, fundada em 2000, é a distribuidora exclusiva no Brasil do masterbatch biodegradável d2w™, permitindo à indústria nacional produzir plásticos recicláveis com biodegradação acelerada. Se você é consumidor, visite este site ou www.biodegradavel.com.br para conhecer mais. Ou entre em contato com nossa equipe.

Veja o vídeo feita pela Symphony para o Brasil

Sede administrativa da Symphony localizada a 18 milhas de Londres

Respostas para as perguntas mais frequentes da indústria sobre plásticos comuns, masterbatch e plásticos d2w™ .

As informações apresentadas neste FAQ baseiam-se em ensaios laboratoriais conduzidos conforme normas técnicas reconhecidas.
Os resultados não constituem garantia de desempenho ambiental universal e não devem ser interpretados como incentivo ao descarte ambiental inadequado.

O que é Polietileno (PE) e Polipropileno (PP)?

Polietileno (PE) e Polipropileno (PP) são polímeros de alto peso molecular que podem ser originados de fontes fósseis ou renováveis. Compostos por átomos de carbono e hidrogênio, esses polímeros são hidrocarbonetos que repelem a água.

Por que embalagens plásticas?

Os plásticos são impermeáveis, maleáveis, resistentes, transparentes, higiênicos, reutilizáveis e recicláveis. Comparados a materiais como vidro, papel e metal, plásticos utilizam menos material para cumprir a mesma função, e menos água e energia na produção e reciclagem. Além disso, são mais leves e econômicos. Estudos de Ciclo de Vida, seguindo a norma ISO 14040, mostram que, em muitos casos, a produção e uso de plásticos têm menos impacto ambiental do que outros materiais, inclusive em termos de emissão de carbono. Um estudo da Franklin Associates também concluiu que substituir plásticos por outros materiais aumenta significativamente a quantidade e o volume de resíduos, reduzindo a vida útil dos aterros sanitários.

Degradação dos plásticos comuns, eles se degradam? Como?

Sim.Os plásticos comuns são degradáveis, mas esse processo pode levar anos. Para prolongar sua durabilidade, são adicionados estabilizadores que protegem contra a degradação causada pela luz, calor e oxidação. A degradação também pode ser provocada pelo ozônio e pelo estresse mecânico. Com a adição de estabilizadores, os plásticos comuns podem ser utilizados por longos períodos sem sofrer degradação significativa.

Degradação dos plásticos reciclados, eles também se degradam?

Sim, mas depende. Os plásticos reciclados podem degradar mais rapidamente que os plásticos comuns fabricados com matéria-prima virgem. Quando o plástico reciclado é destinado a produtos de longa duração, a indústria adiciona mais estabilizadores. No entanto, cada novo ciclo de reciclagem reduz a qualidade do plástico e sua proteção contra a degradação.

É possível ver e sentir a degradação do plástico comum?

Sim, é possível observar e sentir a degradação do plástico comum. Por exemplo, um plástico que antes era flexível pode se tornar quebradiço e apresentar sinais de ressecamento. Esse processo de degradação também pode ser observado em materiais como a borracha.

O plástico é orgânico?

Sim. Na química orgânica, o termo “orgânico” refere-se a substâncias que contêm carbono em sua estrutura. Portanto, todos os plásticos, sejam de origem renovável ou fóssil, são quimicamente orgânicos se contiverem carbono em sua estrutura polimérica. Exemplos incluem o polietileno e o polipropileno. É importante esclarecer que o uso do termo “orgânico” sem contexto pode ser confuso para muitas pessoas.

Substituir o plástico comum por outros materiais reduz a extração do petróleo ou gás natural?

Não exatamente. O petróleo e o gás natural são extraídos principalmente para geração de energia, movimentação de motores e produção de outros subprodutos, como fertilizantes. Apenas de 3 a 5% de cada barril de petróleo é utilizado na fabricação de plásticos. Enquanto esses recursos forem extraídos para a geração de energia, é mais eficiente usar essa pequena fração na produção de plásticos, em vez de desperdiçar com a queima nas refinarias.

E a questão das sacolas e sacos plásticos comuns? Deixar de usar ou substituir por outro material resolve o problema do lixo deixado pelas pessoas?

É pouco provável. Vamos ser claros: ao fazer compras, você provavelmente usará sacos plásticos para itens como pão, feijão, arroz, frutas, legumes, suco, guardanapos e papel higiênico. Na loja, podem se recusar a fornecer uma sacola plástica, alegando que é prejudicial ao meio ambiente. No entanto, a realidade é que muitos itens, dos mais de 70% à venda, são embalados em plástico. A questão crucial não é apenas o tipo de embalagem, mas como lidamos com o lixo. O plástico é muitas vezes reutilizado em casa para diversos fins, como sacos de lixo ou para armazenar itens. O problema real é o descarte inadequado de qualquer material na natureza, e não o tipo da embalagem.

Existem degradantes presentes nos plásticos comuns que aceleram a sua degradação por oxidação e geram microplásticos?

Sim, na forma de catalizadores, pigmentos de cor, entre outros, conforme tabela abaixo. Portanto, plásticos comuns contém substâncias degradantes. Fonte: Zurich Report 03/2020.

Zurich report March 2020
A reciclagem dos plásticos comuns é importante?

Sim, a reciclagem é sempre importante. O foco na reciclagem é promovido porque ela torna o plástico comum ainda “mais verde”. De fato, análises de ciclo de vida mostram que o plástico comum já possui um impacto ambiental relativamente baixo comparado com outros materiais, mesmo com taxas de reciclagem baixas ou inexistentes. A reciclagem melhora ainda mais essa situação. No entanto, concentrar-se apenas na reciclagem não resolve o problema totalmente. A questão persiste com o descarte inadequado de resíduos plásticos, o que impede que esse lixo seja coletado e reciclado corretamente.

Todos os plásticos são recicláveis?

Sim, no entanto, a reciclabilidade não garante que o plástico será efetivamente reciclado. Isso depende de fatores como a localização, a disponibilidade de serviços de reciclagem na área e o tipo específico de plástico. Na imagem abaixo, você encontrará os diferentes tipos de plásticos e seus números correspondentes. Os plásticos marcados em vermelho têm baixa ou nenhuma expectativa de serem reciclados, os marcados em amarelo são reciclados ocasionalmente, e os marcados em verde são os mais reciclados.

Plastic Types
O que são microplásticos?

A Norma ISO 24187 – “Princípios para a análise de microplásticos presentes no ambiente”, entre outras características, define claramente que é microplástico: “qualquer partícula plástica sólida insolúvel em água”. Todos os plásticos comuns eventualmente se transformam em microplásticos durante o processo de degradação. Nas condições de ensaio conforme ISO 24187, não foram detectados microplásticos ambientais persistentes em produto com d2w™ dentro dos limites analíticos e escopo do ensaio, para PE e PP.

De onde vem os microplásticos?

Os microplásticos têm várias origens principais, incluindo:

  • Tintas
  • Lavagem de tecidos sintéticos
  • Produtos de higiene e beleza
  • Degradação de plásticos comuns

Um estudo realizado por Boucher & Friot em 2017 identificou essas e outras fontes como principais contribuintes para a presença de microplásticos nos oceanos.

De onde vem os microplásticos
O que significa o termo biodegradável?

Biodegradável é o material que pode ser convertido por microrganismos em substâncias simples, como dióxido de carbono, água e biomassa, em condições ambientais específicas e mensuráveis. O termo só deve ser utilizado quando há critérios técnicos, métodos de ensaio e limites de tempo claramente definidos, conforme normas reconhecidas. Biodegradação não ocorre de forma automática nem instantânea em qualquer ambiente.

O que é um produto plástico biodegradável?

Um produto plástico biodegradável é aquele que se decompõe em um período de semanas ou meses, desde que atenda a todos os critérios estabelecidos nas normas vigentes para plásticos biodegradáveis. O plástico d2w™ é uma proposta para o plástico que escapa da coleta como lixo porque é reciclável e biodegradável. Com o tempo, o plástico d2w™ chega a um estado em que microrganismos podem processá-lo em água, dióxido de carbono (ou metano) e biomassa, sem deixar microplásticos persistentes. Isso encurta a degradação de séculos para meses ou alguns anos. O tempo de degradação difere dependendo da medida de exposição a elementos de degradação como luz solar, calor, umidade e microrganismos.

O que são plásticos biodegradáveis? O que são plásticos compostáveis?

Plásticos biodegradáveis e compostáveis são aqueles que atendem a normas internacionais específicas. A principal diferença entre eles está no ambiente em que ocorre a biodegradação: os plásticos biodegradáveis d2w™ se decompõem em ambientes abertos, em aterros e no mar, enquanto os plásticos compostáveis são projetados para se decompor adequadamente somente em usinas de compostagem industrial. Nota Importante: O d2w™ não é um plástico “compostável” e não requer usinas de compostagem industrial para funcionar. Ele é projetado para atuar em ambientes diferentes da compostagem, caso escape da coleta seletiva, minimizando danos ambientais onde outras soluções falham.

Quais são os critérios de aprovação comuns presentes em todas as normas de produtos plásticos biodegradáveis?

Normas de biodegradação estabelecem critérios como:

  • grau de biodegradação medido por consumo de oxigênio ou liberação de CO₂;
  • ausência de ecotoxicidade relevante;
  • fragmentação acompanhada de assimilação biológica;
  • prazos definidos e condições controladas de ensaio.

Os critérios variam conforme a norma e o ambiente avaliado (solo, água, compostagem industrial, etc.).

O que é d2w™?

O termo “designed to work” (d2w) = (projetado para funcionar) é uma tecnologia de aditivação para plásticos convencionais, aplicada em pequenas concentrações durante a fabricação, que permite que o material passe por um processo controlado de degradação oxidativa seguido de biodegradação, quando exposto a condições ambientais adequadas. Importante: a biodegradação ocorre apenas em condições específicas e não deve ser considerada uma solução para descarte inadequado.

Symphony Environmental
Laboratórios de desenvolvimento e ensaios da Symphony na Inglaterra
Qual é a proposta dos plásticos biodegradáveis d2w™?

Os plásticos biodegradáveis d2w™ são projetados para iniciar um processo de biodegradação programada, sem deixar resíduos nocivos ao final nem microplásticos persistentes, nas condições de ensaio conforme ISO 24187. Esse processo segue normas rigorosas, como a ASTM D6954:2024 e outras baseadas nela. A proposta é assegurar que, caso o plástico escape da coleta e permaneça largado no meio ambiente, ele se biodegrade de maneira segura e eficiente, minimizando o impacto ambiental e eliminando a geração de microplásticos persistentes.

O que está contido no d2w™? Ele é orgânico?

O d2w™ é um masterbatch biodegradável apresentado em forma de grãos. Quimicamente, ele é considerado orgânico porque contém carbono. No entanto, é importante destacar que o termo “orgânico” no contexto químico se refere à presença de carbono na estrutura do composto, e não deve ser confundido com conotações associadas a produtos naturais ou ecológicos. O princípio ativo do d2w™ é um sal de metal, que acelera a biodegradação das embalagens plásticas, ajudando a reduzir o tempo que elas permanecem no meio ambiente, comprovadamente sem gerar microplásticos persistentes.

d2w™ contém óleo ou é derivado de fontes vegetais? Ele é um ácido graxo?

Não. O d2w™ não é derivado de óleos vegetais, não é um ácido graxo e não é um biopolímero.
Trata-se de uma tecnologia desenvolvida para atuar especificamente na estrutura dos polímeros plásticos convencionais, como o Polietileno e o Polipropileno.

Esses apelos e informações usadas de forma isolada e sem explicações para descrever um masterbatch ou aditivo não são corretos. O sal de metal contido no d2w™ é produzido ao reagir um ácido graxo com um metal apropriado. Este sal é que forma a base dos aditivos catalizadores que são adicionados no masterbatch do aditivo d2w™. O óleo derivado de fontes vegetais refere-se à extração de ácido oleico de óleos naturais. Ácido graxo natural pode ser extraído tanto de fontes vegetais como de fontes animais. O ácido graxo utilizado na reação com um metal para obter o sal de metal que está contido no d2w™ é de origem vegetal.

Como é usado?

O d2w™ é incorporado pela indústria durante a transformação de produtos de Polietileno ou Polipropileno, como embalagens e peças moldadas ou sopradas. Ele possui uma base polimérica compatível com os processos industriais, à qual são adicionados estabilizadores. Essas substâncias garantem a estabilidade do produto durante sua vida útil. O princípio ativo do d2w™ é projetado para iniciar o processo de degradação após o consumo dos estabilizadores, o que ocorre mais rapidamente em ambientes expostos à luz, calor e ar.

Pode ser usado em PET, PS, ABS, PVC e outras resinas plásticas?

Não. A biodegradação dessas resinas é lenta e limitada. Até o momento, não existem provas ou estudos que comprovem que essas resinas atendam a todos os critérios de degradação, biodegradação e ausência de resíduos nocivos estabelecidos em normas. Por essa razão, a Symphony e a RES não autorizam o uso do d2w™ nessas resinas.

Ele contém metais pesados?

A tecnologia d2w™ é segura para uso em embalagens, com todas as suas substâncias componentes constantes nas listas positivas da legislação brasileira de embalagens para contato alimentício.

Ele é um aditivo ou plástico oxidegradável?

d2w™ é um aditivo incorporado a plásticos convencionais. O produto final não é um “novo plástico”, mas sim um plástico convencional com funcionalidade adicional de degradação controlada. O termo “oxidegradável” não corresponde ao processo completo, que inclui a biodegradação.

O que significa o termo bioplástico quando aplicado aos produtos d2w™?

Os plásticos com tecnologia d2w™ não são bio-baseados e não são produzidos a partir de fontes vegetais.
Quando o termo “bioplástico” é utilizado nesse contexto, ele se refere exclusivamente ao processo de biodegradação ao final da vida útil, e não à origem da matéria-prima ou à substituição de plásticos convencionais.

O que é um plástico biodegradável d2w™?

É um plástico convencional que contém um aditivo d2w™, o qual permite que o material, após o período de uso, passe por um processo de degradação oxidativa seguido de biodegradação, quando exposto a condições ambientais adequadas.
O uso da tecnologia não elimina a necessidade de descarte responsável, reutilização ou reciclagem sempre que essas opções estiverem disponíveis.

Plástico biodegradável d2w™ biodegradou totalmente?

A biodegradação dos plásticos com tecnologia d2w™ foi observada em ensaios realizados segundo normas técnicas reconhecidas, que avaliam a degradação oxidativa seguida de biodegradação sob condições específicas e controladas.
Os resultados indicam progresso significativo do processo de biodegradação nesses ensaios, não sendo possível extrapolar automaticamente esses resultados para todos os ambientes naturais ou condições de descarte.

O plástico d2w™ gera microplásticos?

Durante a primeira etapa do processo ocorre redução controlada do peso molecular do polímero, o que é uma condição necessária para a biodegradação.
Ensaios laboratoriais realizados de acordo com normas técnicas avaliam se os fragmentos formados são posteriormente assimilados por microrganismos, não tendo sido identificados microplásticos persistentes dentro das condições e limites analíticos desses ensaios.
O comportamento pode variar conforme o ambiente e as condições reais de exposição.

Em testes laboratoriais específicos, realizados em amostras de solo compostado conforme a norma ISO 24187:2023 (princípios para análise de microplásticos em matrizes ambientais), não foram detectados microplásticos persistentes, PE e PP, nos limites analíticos do método. Essa norma orienta a investigação de partículas plásticas em amostras ambientais, e os ensaios indicaram ausência de resíduos plásticos detectáveis ao final do período avaliado.

Importante: Esses resultados se aplicam às condições controladas dos testes e não devem ser extrapolados para todos os ambientes naturais, como oceanos, solos variados ou condições de baixa oxigenação, onde o processo pode diferir. Recomendamos priorizar reciclagem ou descarte responsável para maximizar os benefícios ambientais.

Microplásticos são tipicamente gerados pela degradação dos plásticos comuns, tintas, redes de pesca, entre outros.

Como é definido o fenômeno de degradação e biodegradação dos produtos d2w™?

É definido pela CEN (Organização para as Normas Europeias), na norma TR15351, como: “a degradação resultante da clivagem¹ oxidativa de macromoléculas² mediados por células³, simultaneamente ou sucessivamente.”
¹Clivagem = quebra; desmembramento; separação etc.
²Macromoléculas = polímero
³Células = microrganismos

O processo ocorre em duas etapas complementares:

  1. degradação oxidativa, que reduz o peso molecular do polímero;
  2. biodegradação, na qual microrganismos assimilam o material reduzido.

A velocidade e a extensão dessas etapas dependem de fatores como oxigênio, temperatura, luz, umidade e presença de microrganismos, sendo avaliadas por métodos normatizados sob condições específicas de ensaios técnicos específicos.

Plásticos de origem renovável, originados de plantas, de origem fóssil etc. são biodegradáveis?

Depende. A biodegradabilidade ou compostabilidade de um plástico não depende de sua origem, seja ela vegetal ou fóssil. Existem polímeros de origem vegetal que não são biodegradáveis, assim como polímeros de origem fóssil que são biodegradáveis. O que determina se um plástico é biodegradável ou compostável são os critérios estabelecidos pelas normas vigentes, e não a fonte do material. Portanto, o desempenho do produto em termos de biodegradação ou compostagem é o que realmente importa, independentemente da matéria-prima utilizada.

Quais são as rotas de biodegradação dos polímeros?

Basicamente são duas rotas, e a ilustração contida na norma CEN TR 15351 mostra como elas são. A rota da direita mostra como acontece a biodegradação de produtos d2w™.

rotas de biodegradação dos polímeros
O que são normas?

Normas técnicas são documentos que estabelecem um conjunto de regras e critérios para garantir a qualidade, segurança e desempenho em diversos setores e atividades. Para que um plástico seja considerado biodegradável sem deixar resíduos nocivos, ele deve ser testado e aprovado em três critérios comuns a todas as normas de plásticos biodegradáveis: Degradação, Biodegradação e Ausência de Resíduos Nocivos. Esses critérios asseguram que o produto atenda aos padrões estabelecidos para sua decomposição e impacto ambiental. Plásticos em Polietileno (PE) e Polipropileno (PP) produzidos com d2w™ estão em conformidade com a norma ASTM D6954:2024, tendo sido aprovados em todos os três critérios exigidos: Degradação, Biodegradação e Ausência de Resíduos Nocivos.

Quais são as normas de plásticos biodegradáveis? E dos plásticos compostáveis?

Para plásticos biodegradáveis, a norma aplicável é a ASTM D6954 e similares. Para plásticos compostáveis, a norma relevante é a ASTM D6400 e suas similares.

Qual é a diferença entre a norma ASTM D6954 e a ASTM D6400?

A norma ASTM D6954 é utilizada para avaliar a biodegradação de plásticos em ambientes abertos, enquanto a norma ASTM D6400 se aplica a plásticos compostáveis, especificamente em usinas de compostagem industrial.

Plásticos biodegradáveis d2w™ são biodegradáveis?

O processo completo está descrito na CEN TR15351 mais acima. Os plásticos contendo a tecnologia d2w™ podem apresentar biodegradação após um processo inicial de degradação oxidativa, conforme definido em normas técnicas internacionais, quando submetidos a condições ambientais específicas e avaliadas em ensaios normativos. E comprovado nos relatórios de testes laboratoriais em conformidade com normas internacionais.

E no mar? Plástico d2w™ também se mostrou mais rapidamente biodegradável?

Sim, o plástico d2w™ em Polietileno também é mais rapidamente biodegradável no mar comparado com plásticos comuns. Além de atender à norma ASTM D6954:2024 e outras normas para biodegradação em ambientes abertos ou em aterros (em PE), d2w™ demonstrou ser biodegradável em ambientes marinhos, sem causar danos aos seres marinhos, conforme indicado em relatórios da Agência Nacional de Pesquisa da França (ANR). A Universidade Queen Mary de Londres confirmou que plásticos d2w™ em PE se biodegradam até 90 vezes mais rápido no mar do que os plásticos comuns.

O desempenho da tecnologia d2w™ depende de fatores ambientais específicos, como disponibilidade de oxigênio, temperatura, umidade, radiação UV e atividade microbiana, variando conforme o ambiente e as condições avaliadas em ensaios normativos.

O que resulta da biodegradação?

A biotransformação de embalagens e produtos d2w™ resulta na formação de água, biomassa e dióxido de carbono (CO₂), ou metano na ausência de oxigênio. Durante o processo, microrganismos utilizam o carbono dos oligômeros e monômeros oxidados para gerar energia e formar biomassa.

Por que a degradação e posterior biodegradação dos plásticos d2w™ não gera microplásticos persistentes?

A degradação e subsequente biodegradação dos plásticos d2w™ não gera microplásticos persistentes porque, por definição, a biodegradação ocorre no nível molecular, quando o material não é mais considerado plástico. Quando o processo de degradação começa, os plásticos d2w™ se transformam em compostos orgânicos de baixo peso molecular, como monômeros e oligômeros oxidados. Esses compostos, que contêm átomos de oxigênio e atraem água, se tornam biodisponíveis para a biodegradação por fungos e bactérias, evitando a formação de microplásticos. A ausência total de microplásticos persistentes, em amostra do solo composto onde a biodegradação aconteceu, foi confirmada em ensaios seguindo a norma ISO 24187:2023. Ensaios conduzidos conforme essa norma, para PE e PP, não indicaram a presença de microplásticos persistentes ao final do período de avaliação, nas condições e limites analíticos do método de ensaio utilizado.

Esses resultados não devem ser extrapolados para todas as condições ambientais naturais possíveis, fora do escopo dos ensaios realizados.

Como funciona?
Como funciona a degradação
Quanto tempo leva para a degradação dos plásticos d2w™ começar?

O tempo para a degradação dos plásticos d2w™ começar varia conforme as condições ambientais e características do produto, mas é sempre mais rápido do que para os plásticos comuns, sem gerar microplásticos persistentes. O processo de degradação dos plásticos d2w™ segue um padrão semelhante ao observado na natureza: folhas se degradam mais rapidamente que galhos, e galhos se degradam mais rapidamente que troncos. Da mesma forma, produtos d2w™ mais finos se degradam mais rapidamente do que os mais espessos. Além disso, a exposição a fatores naturais, como luz e calor, acelera o processo de degradação.

O desempenho da tecnologia d2w™ depende de fatores ambientais específicos, como disponibilidade de oxigênio, temperatura, umidade, radiação UV e atividade microbiana, variando conforme o ambiente e as condições avaliadas em ensaios normativos.

Quanto tempo leva a biodegradação?

Após iniciada a degradação (Etapa 1 da ASTM 6954:2024), a biodegradação deve ser de no mínimo 60% num prazo de 2 anos (Etapa 2). Testes realizados em laboratórios independentes¹ e acreditados pela ISO 17025, mostraram que o plástico biodegradável d2w™ (PE e PP) biodegradou acima de 90% em apenas 180 dias depois que foi degradado.

O desempenho da tecnologia d2w™ depende de fatores ambientais específicos, como disponibilidade de oxigênio, temperatura, umidade, radiação UV e atividade microbiana, variando conforme o ambiente e as condições avaliadas em ensaios normativos.

Posso ver como acontece a degradação?

Sim, nesse vídeo você pode acompanhar como degrada em 18 meses e depois a microscopia mostrando a colonização por microrganismos. Abaixo na figura 1, você pode ver imagem da colonização e biodegradação do plástico d2w™

Figura 1: Microscopia eletrônica de varredura (MEV) feita na Unicamp mostra e comprova a biodegradação de embalagens d2w™. Imagem de propriedade da RES Brasil.
A título de comparação, imagem MEV de um fio de cabelo humano aumentado 2,5 vezes menos.

Nesse vídeo você pode ver como o processo se dá. Vídeo promocional da maior empresa de panificação do ocidente.

Embalagem d2w™ em processo de degradação é digerido por larvas?

Sim, testes demonstraram que larvas do inseto Tenebrio molitor conseguiram digerir fragmentos de embalagens d2w™, enquanto não conseguiram fazer o mesmo com plásticos comuns. O relatório indica que as larvas consumiram o polietileno (PE) com d2w™ da Symphony Environmental, resultando em um resíduo escuro e de partículas pequenas.

Figura 2. Plástico biodegradável d2w™ após 7 dias de ensaios com larvas.
Contato com alimentos? Pode ser usado?

Sim. A tecnologia d2w™ é segura para uso em embalagens, com todas as suas substâncias componentes constantes nas listas positivas da legislação brasileira de embalagens para contato alimentício. No entanto, tanto para embalagens com d2w™ quanto para aquelas sem, é essencial realizar testes de migração total e específica conforme as legislações nacionais vigentes. Isso é necessário para garantir a segurança quando se trata de embalagens destinadas ao contato com alimentos, como é exigido para todos os materiais com essa finalidade.

Economia Circular e Reciclagem?

Os plásticos biodegradáveis d2w™ são reutilizáveis e podem ser reciclados junto com plásticos convencionais antes que o processo de degradação comece. Há 30 anos, essa prática é realizada globalmente sem problemas. Além disso, plásticos d2w™ podem ser produzidos a partir de materiais reciclados, integrando-se assim à economia circular. Uma vez que os plásticos d2w™ iniciam o processo de degradação, não podem mais ser reciclados, assim como os plásticos comuns em degradação. Isso ocorre porque, durante a degradação, o material deixa de ser plástico. Se um plástico biodegradável d2w™ está em degradação, é sinal de que foi inadequadamente descartado na natureza ou permaneceu exposto à luz e ao calor por um longo período. Testes realizados pela CeCim, no México, confirmaram que a reciclabilidade dos bioplásticos d2w™ é comparável à dos plásticos comuns. Outros testes conduzidos por recicladores profissionais também corroboraram esses resultados, e outro seguindo o protocolo dos Recicladores de Plásticos Norte-Americanos (APR). A tecnologia d2w™ não substitui a reciclagem, a redução do consumo ou a gestão adequada de resíduos, devendo ser entendida como uma tecnologia complementar dentro de estratégias integradas de gestão de resíduos.

O que é Avaliação de Ciclo de Vida (ACV)?

A Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) é uma técnica projetada para avaliar os impactos ambientais de um produto ou serviço ao longo de seu ciclo de vida completo. Essa abordagem sistêmica, conhecida como “do berço ao túmulo”, analisa todas as etapas, desde a extração de matérias-primas, passando pela produção, distribuição, consumo, até o descarte final, incluindo reciclagem e reuso quando aplicável. A ACV é regida pela série de normas ISO 14040, que estabelece a estrutura, princípios, requisitos e diretrizes para a realização desses estudos. A metodologia da ACV envolve quatro fases principais: definição de objetivo e escopo, análise de inventário, avaliação de impactos e interpretação dos resultados.

Por que Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) é tão importante?

A Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) é uma ferramenta crucial para a tomada de decisões informadas, pois oferece uma visão abrangente dos impactos ambientais de um produto em comparação com alternativas. Ao considerar todas as fases do ciclo de vida, desde a extração de matérias-primas até o descarte, a ACV permite uma avaliação completa e precisa dos impactos, ajudando a identificar oportunidades para reduzir os efeitos adversos e escolher as opções mais sustentáveis.

Avaliação de Ciclo de Vida (ACV – ISO 14004) dos sacos e sacolas d2w™. Qual foi a conclusão?

A Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) dos sacos e sacolas d2w™ em PE, conforme a norma ISO 14004, revelou que, em comparação com plásticos comuns e plásticos compostáveis, os produtos d2w™ apresentaram um desempenho 75% melhor quando se leva em consideração o indevido descarte na natureza. Além disso, a incorporação de plásticos reciclados, como aparas da própria indústria ou PCR (Post-Consumer Recycled), elevou ainda mais este índice positivo, destacando a eficácia dos sacos d2w™ em reduzir impactos ambientais.

Como saber se o produto contém d2w™?

O Instituto InBioPack realiza testes rápidos e não destrutivos que detectam a presença do d2w™ nos produtos e emite laudo de conformidade.

E nos aterros? O que vai acontecer com os plásticos d2w™?

Aterros sanitários podem ser considerados depósitos de carbono, onde a biodegradação de muitos materiais, como alimentos e papel, é frequentemente muito lenta. Isso ocorre porque os aterros não são ambientes ideais para a biodegradação rápida, uma vez que a degradação é limitada pela falta de oxigênio e pela acumulação de resíduos novos que superam a capacidade de degradação dos resíduos existentes.

Plásticos biodegradáveis e recicláveis d2w™ em PE foram testados de acordo com a norma ISO 15985 (a ASTM D5511 é equivalente a ISO 15985) mostraram-se biodegradáveis em condições anaeróbias, como aquelas encontradas em biodigestores de resíduos sólidos urbanos e aterros sanitários. Isso significa que, em um aterro, onde a degradação é lenta, os plásticos d2w™ ainda têm a capacidade de se biodegradar, embora o processo seja mais lento em comparação com a biodegradação em ambientes mais favoráveis.

Deseducar a sociedade? Plásticos biodegradáveis promovem descarte incorreto?

Não existem evidências que plásticos biodegradáveis incentivem o descarte incorreto. O relatório em inglês “Os plásticos biodegradáveis ​​incentivam a eliminação de lixo? Uma revisão crítica: desvendando o paradoxo” examinou a relação percebida entre materiais biodegradáveis ​​e o comportamento de jogar lixo no chão por meio de uma análise sistemática de pesquisas e dados observacionais existentes. Os resultados indicam que o comportamento de jogar lixo no chão é motivado principalmente por fatores de conveniência e situacionais, e não pelas propriedades dos materiais.

A biodegradação nunca deve ser uma justificativa para o descarte indevido de resíduos. Defendemos firmemente a importância do descarte correto e da coleta seletiva. Plástico d2w™ não é uma permissão para descartar plásticos no meio ambiente. Nesta página os consumidores podem acessar informações sobre um produto rotulado como d2w.

Qual é o propósito do d2w™?

O propósito do d2w™ é fornecer uma camada adicional de segurança para embalagens e produtos plásticos que, infelizmente, escapam da economia circular ou da coleta e acabam abandonados na natureza. A adição do d2w™ acelera a biodegradabilidade desses plásticos, garantindo que eles se degradem mais rapidamente e de maneira controlada, sem resíduos nocivos e sem geração de microplásticos persistentes, em conformidade com as normas estabelecidas. Saiba mais sobre o propósito do d2w™ clicando aqui.

Legislação?

Os plásticos recicláveis e biodegradáveis com d2w™ cumprem todas as regulamentações nacionais e internacionais que exigem conformidade com normas específicas para plásticos biodegradáveis em ambiente aberto (PE, PP e BOPP) e/ou aterros sanitários (PE). Eles atendem aos requisitos legais aplicáveis em diferentes contextos e jurisdições, garantindo que sua utilização esteja em conformidade com as normas vigentes como a ASTM D6954:2024 (PE, PP e BOPP) e ISO 15985 (PE). Produtos fabricados com a tecnologia d2w™ atendem às disposições da Lei nº 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, alinhando-se aos objetivos I, II, IV e VI do Artigo 7º, Capítulo II.

Os ensaios realizados em produtos com d2w™ (PE, PP e BOPP) foram conduzidos seguindo a norma ABNT NBR 15448-2:2008 nos seguintes critérios: Limites máximos de elementos químicos; biodegradabilidade avaliada segundo a norma ASTM D5338, equivalente à ISO 14855, e a ausência de resíduos nocivos com base na norma OECD 208. Essas credenciais evidenciam o compromisso do d2w™ com a sustentabilidade e a eficácia na gestão dos impactos ambientais dos plásticos.

Funverde planta árvores? O que isso tem a ver com d2w™?

Uma parte dos recursos provenientes da comercialização dos masterbatches biodegradável d2w™ e antimicrobiano d2p™ é destinada ao plantio de árvores pela ONG Funverde, que já plantou mais de 40.000 árvores. A tecnologia biodegradável d2w™ da RES/Symphony é a única aprovada e recomendada pela Funverde. Além disso, a Funverde autoriza o uso de seu nome e marca para apoiar e promover embalagens produzidas com d2w™ e/ou d2p™.

Papel ou Plástico? O que é melhor?

Em termos de impacto ambiental, a produção, uso, reuso e reciclagem de plásticos frequentemente demonstram ser mais “verdes” e menos impactantes comparados a outros materiais, conforme comprovado por estudos de Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) sob a norma ISO 14040. Os plásticos não requerem o desmatamento de florestas para a produção de papel, nem utilizam terras férteis, água para irrigação ou agrotóxicos. Eles também não afetam a biodiversidade nem ocupam áreas agrícolas usadas para a produção de alimentos. Além disso, a produção e reciclagem de plásticos consomem menos água e energia em comparação com a produção e reciclagem de papel. O papel, por outro lado, se dissolve em contato com a água, é mais caro, mais pesado e ocupa mais volume. Isso implica em maior necessidade de transporte, o que resulta em maior consumo de combustível e emissão de gases e partículas na atmosfera. Portanto, substituir o plástico por papel não é necessariamente uma opção mais sustentável ou “verde”, pelo contrário, consume mais material para uma mesma função.

d2w™ atende normas de plásticos compostáveis?

Não, o d2w™ não foi desenvolvido para este fim, embora tenham sido testados em condições reais de compostagem, onde biodegradaram sem resíduos nocivos para o solo, plantas e minhocas. Nota Importante: O d2w™ não é um plástico “compostável” e não requer usinas de compostagem industrial para funcionar. Ele é projetado para atuar em ambientes diferentes da compostagem, caso escape da coleta seletiva, minimizando danos ambientais onde outras soluções falham. Os plásticos biodegradáveis fabricados com d2w™ cumprem a norma ASTM D6954:2024 (PE, PP e BOPP), que é específica para biodegradação em ambiente aberto e a ISO 15985 (PE) para aterros sanitários. Para plásticos compostáveis, comercializamos a resina d2c™, que é uma tecnologia diferente que atende à norma ASTM D6400, voltada para plásticos compostáveis em usinas de compostagem industrial.

Plásticos compostáveis atendem normas de plásticos biodegradáveis?

Não, plásticos compostáveis seguem normas específicas para compostagem industrial, como a ASTM D6400, EN 13432 e outras similares. Essas normas são diferentes das que regulamentam a biodegradação em ambientes abertos, como a ASTM D6954:2024 ou fechados como a ISO 15985. Portanto, plásticos compostáveis não são avaliados sob os mesmos critérios que os plásticos biodegradáveis.

Plásticos compostáveis biodegradam em ambiente aberto?

Não, plásticos compostáveis não são projetados para biodegradar adequadamente em ambientes abertos. Eles seguem a norma ASTM D6400, EN 13432 e outras semelhantes, que são específicas para compostagem industrial. A biodegradação desses plásticos em ambientes abertos não é garantida e pode não atender aos critérios estabelecidos pela norma ASTM D6954:2024 para biodegradação em condições externas.

A biodegradação dos plásticos compostáveis em usinas de compostagem contribui para o composto?

Não. Os plásticos compostáveis são projetados para se decompor 90% em CO₂ num período máximo de 180 dias em usinas de compostagem, que é o critério de aprovação contido nas normas, como na EN 13432 . O CO₂ é um gás e não contribui para o composto.

Plásticos compostáveis são recicláveis?

Não, plásticos compostáveis não podem ser reciclados junto com plásticos comuns porque: são quimicamente incompatíveis; degradam durante a reciclagem; contaminam o reciclado; não há infraestrutura para separação; inviabilizam a economia circular do plástico. Este plástico não faz parte da economia circular que prioriza a reciclabilidade dos materiais.

Plásticos compostáveis são melhores do que os comuns e do que o d2w™?

Avaliação de Ciclo de Vida (ISO 14040) comparando sacos e sacolas de plásticos comum em PE, com plásticos d2w™ em PE e com plásticos compostáveis de origem renovável revelaram que os plásticos compostáveis apresentam pior impacto ambiental em 10 das 11 categorias analisadas.

Plásticos compostáveis ou derivados de plantas geram microplásticos?

Sim, eles também são plásticos. Fora de um ambiente de compostagem industrial, plásticos compostáveis ou derivados de plantas não atendem às normas de biodegradação em ambiente aberto e podem gerar microplásticos persistentes durante o processo de degradação.

A ASTM D5511 é uma norma de plásticos biodegradáveis?

A ASTM D5511 e sua equivalente ISO 15985 não estabelecem critérios de aprovação para degradação, biodegradação, ou ausência de resíduos nocivos. Ela mede o grau de biodegradação de um plástico em condições anaeróbias (ausência de ar) durante um determinado período. Testado seguindo a ISO 15985, o plástico d2w™ em PE biodegradou 91,06% em 730 dias.

Como deve ser rotulado um plástico reciclável e biodegradável d2w™?

O tempo que um produto com d2w™ leva para iniciar a degradação em ambiente aberto é variável e depende de inúmeros fatores que não podem ser controlados. Por essa razão, não recomendamos promover ou divulgar informações sobre o tempo que o produto levará para começar a degradar. Embora a norma ASTM D6954:2024 exija uma biodegradação de 60% a 90% em um período específico, ela não define o tempo para que a degradação inicial ocorra. As orientações para rotulagem dos produtos fabricados com d2w™ estão sugeridas no Anexo I do nosso termo de licenciamento para uso do d2w™.

Aviso Legal e Nota Técnica:
Os produtos da Symphony, distribuídos pela RES Brasil Ltda., são fornecidos exclusivamente a empresas. As informações técnicas e ambientais baseiam-se em ensaios laboratoriais realizados conforme normas reconhecidas, em condições controladas e com amostras representativas, não constituindo garantia de desempenho em todas as condições reais. A RES Brasil e a Symphony não fornecem aconselhamento jurídico, sendo exclusiva responsabilidade do comprador verificar a adequação do produto, cumprir a legislação aplicável e assegurar a conformidade de quaisquer alegações ambientais relativas aos produtos e aos bens fabricados com eles. As referências a biodegradação ou degradação não substituem práticas responsáveis de gestão de resíduos nem justificam descarte inadequado.