Entre os fregueses
conquistados desde o fim de 2003, estão, entre outros, nomes
como os laboratórios Aché, a rede de lojas de brinquedos
Laura e a Petrobrás. Até o Governo do Estado de Pernambuco
entrou em sua carteira: ele distribui saquinhos de degradabilidade
acelerada para os visitantes da ilha de Fernando de Noronha recolherem
seu lixo. Outro cliente vem da agroindústria. É a catarinense
Renar, que está se valendo de embalagens flexíveis de
rápida degradação para exportar maçãs
para a Europa. "As frutas são direcionadas ao varejo europeu
já nessas embalagens, certificadas para o contato direto com
alimentos", explica Beni Adler, diretor executivo da Nobelplast.
Outro
resultado do trabalho de prospecção da RES Brasil no
mercado nacional se materializou por meio da Polo, grande fabricante
de filmes de polipropileno bi-orientado (BOPP). Ela divulgou em junho,
durante a feira de negócios Fispal, em São Paulo, o
lançamento da Polo Bio, uma linha de filmes de BOPP de rápida
degradação. Sua acolhida junto às indústrias
nacionais pôde ser sentida rapidamente, conforme Eduardo Franco
Batagini, supervisor de desenvolvimento de mercado da Polo, contou
à EMBALAGEM&MARCA. Quase instantaneamente ao anúncio
de seu desenvolvimento, diversas empresas sinalizaram receptividade
ao produto. Entre eles, fabricantes de cigarros, dispostos a implementá-lo
nos envoltórios de suas carteiras de cigarro, aplicação
em que o filme de BOPP goza de mercado cativo. "É uma
vontade do setor diminuir o impacto ambiental de suas embalagens",
disse Batagini.
Fonte:
Revista EmbalagemMarca
Setembro de 2004 - nº 61
Págs 21 / 22 e 23
Jornalista:
Guilherme Kamio
http://www.embalagemmarca.com.br